Mais de três décadas fazendo a arte resistir.
De Granja para a região norte do Ceará, uma trajetória construída entre palco, rua, formação, memória e comunidade.
trajetória
Uma companhia que virou parte da memória cultural de Granja.
Idealizado e instituído com este nome pela produtora cultural Maria Ximenes, o Grupo Resistência de Teatro consolidou uma trajetória de mais de 30 anos de relevância cultural, social e artística.
Ao longo desse caminho, crianças, jovens e adultos encontraram no teatro um espaço de formação, criação e pertencimento.
A Paixão de Cristo é um dos grandes capítulos dessa história.
Com estreia em 2006, sob direção de Maria Ximenes, a montagem tornou-se uma das maiores realizações do grupo. Atualmente dirigida por Elane Fonseca, reúne o núcleo artístico e mais de duzentas pessoas da comunidade em sua figuração.
Ver programaçãoMarcos que ajudaram a construir o Resistência.
Uma seleção de momentos registrados na biografia e no acervo do próprio grupo.
Nasce uma história de resistência cultural
O grupo é idealizado e instituído com este nome por Maria Ximenes e passa a ocupar o cenário artístico de Granja e da região norte cearense.
Curso Básico de Teatro de Rua
O grupo é contemplado pelo projeto “Descentralizando a Formação Profissional na Área da Arte e da Cultura”, com formação ofertada pelo Centro Cultural Dragão do Mar e ministrada por Orlângelo Leal.
Programa Bolsa Talentos da Cultura
Artistas do grupo são contemplados pelo Projeto FECOP, enquanto o Resistência recebe o Circo Itinerante da SECULT-CE.
Estreia de A Paixão de Cristo
Começa uma tradição que chegaria a vinte anos de encenação e passaria a mobilizar centenas de pessoas da comunidade.
Estação Teatral FUNARTE
Após oficinas intensivas de interpretação, direção e dramaturgia no ECOA, em Sobral, o grupo é escolhido para a culminância do projeto com a peça O Eclipse, de Walden Luiz, no Teatro São João.
Formação gratuita e novas gerações
O Resistência mantém oficinas permanentes para crianças, jovens e adultos, renovando o elenco e fazendo da formação artística uma parte central de sua missão.
Histórias que já passaram pelos nossos palcos.
Autores brasileiros, teatro popular, comédia, tradição e montagens que se tornaram parte do repertório do grupo.
Explorar memória“Resistir é manter histórias vivas, abrir espaço para novas vozes e fazer do encontro uma cena que permanece.”
O teatro que fazemos nasce da comunidade. É memória, formação, celebração e transformação. Cada pessoa que chega, cada personagem que ganha corpo e cada plateia que se reúne ajuda a escrever o próximo ato.
O Resistência também atua para além do palco.
Integrantes do grupo também participam de espaços como a Sociedade Cultural Granjense, o Ponto de Cultura Casa do Alto e o Conselho Municipal de Políticas Culturais, além de atuarem como agentes culturais, professores, estudantes e profissionais de diferentes áreas.
Essa presença amplia o papel do grupo: o teatro não termina quando as luzes se apagam.